segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Clube da Bossa Nova

Espaço Cultural Musical MUSIMED - W3 505 Sul

Entrada franca

Aos sábados

Das 11:30 ás 13:30 horas.

Um espaço descontraído e informal, para incentivar novos talentos, formar platéia e difundir a bossa nova e a boa música brasileira.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Mas, afinal, o que é?

Gênero – é um conjunto de fatores sociais e culturais. Pode-se dizer que os seres humanos nascem machos ou fêmeas, e aprendem com os grupos sociais com os quais convivem, a tornarem-se meninos e meninas.

Eqüidade de gênero – se refere a diversas formas de desigualdade e exclusão que afetam os grupos humanos na sociedade, baseadas tanto no sexo, como na origem e condições sócio-econômicas, raça, etnia, nacionalidade, opções políticas, sexuais e religiosas, entre outras.

Diversidade – reconhece as diversas formas de ser e as constituições, sejam elas culturais, políticas, raciais, de gênero ou sociais.

Igualdade – é estar em condições iguais em relação aos parâmetros de bem-estar considerados aceitáveis.

Raça - conjunto dos ascendentes e descendentes duma família, tribo ou povo, com origens comuns.

Etnia - População ou grupo social que apresenta homogeneidade cultural, compartilhando história e origem comuns.

Fonte: Secretaria Especial de Políticas para Mulheres - SEPM -Presidênca da República

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Curtinha...

Memória Musical de gente que é noticia

Gosta de boa música?

Gostaria de saber o gosto musical do seu artista preferido?

Então, ouça a Rádio Nacional de Brasília – FM 96.1

Confira. Vale a pena.

Valorizar a emissora pública, é uma boa idéia! Apresentação: Bia Reis , aos domingos, das 12h30 às 13h30. As músicas preferidas dos artistas brasileiros.

http://www.radiobras.gov.br/estatico/radio_nacional_fm_sinopse.htm

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Desta, até Ivete Sangalo sentiria inveja.

Pense na cena:

Durante quatro dias, quase três mil mulheres, reunidas em um mesmo espaço físico, correndo atrás de uma única mulher. Pensou besteira... Não é? Não é nada que você pensou, mas, realmente aconteceu!

A II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres - II CNPM, reuniu de 17 a 20 de agosto, no Centro de Convenções de Brasília quase três mil mulheres. E foi exatamente ali, que a mulherada descobriu um consenso indissolúvel entre elas. Todas, sem exceção, são fãs incondicional de uma mesma mulher.

Se ela ia para um lado, elas também iam! Se ela não estava visível aos olhos de algumas, uma sempre perguntava: Cadê ela? Não a vi chegar... Outra respondia: Já chegou sim. Está em tal lugar, falando com tal grupo, e assim por diante... Uma outra comentava como quem pedia ajuda: Mas eu não posso ir embora sem tirar uma foto com ela! Imagina! Chegar na minha cidade, dizer a todo mundo que ela estava aqui, durante três dias, e não mostrar a foto! É batata, vão dizer que tô mentindo! E se tem uma coisa nessa vida, que eu não sou, é mentirosa! Sem querer, mentiu! Uma mentirinha de nada. Mas mentiu! Quem não mente?

E os flashes das câmaras digitais? Ah! Os flashes foram um detalhe a parte! Por onde ela andava, era um clarão só: Click, click, click...Uma concentração de câmeras digitais por metro quadrado, nunca vista. Parecia coisa de novela global.

E o músico? Sim, tinha músico acompanhando a estrela, e cantado a música que fez maior sucesso na Conferência. O músico e sua produtora venderam cd como quem vende água, nestes dias quentes e secos de Brasília. Por onde ela passava, a música a acompanhava... Mas quem é ela? Devem estar se perguntando. Ela? Ela é Maria da Penha, a mulher que com a sua dor e luta, dá nome a Lei 11.340/06, criada em 7 de agosto de 2006 e sancionada pelo presidente Lula. Maria da Penha protagonizou um caso símbolo de violência doméstica contra a mulher. Em 1983, por duas vezes, seu marido tentou assassiná-la. Na primeira vez, ela quase foi morta por afogamento, e na segunda por eletrocussão e afogamento. As tentativas de homicídio resultaram em lesões irreversíveis à sua saúde. Mas, a luz da estrela continua a brilhar... E foi exatamente isto, que aquelas quase três mil mulheres, que durante a Conferência, cujo tema foi, “As mulheres discutem o Brasil”, estabeleceram um consenso indissolúvel: Contra a violência doméstica, Lei Maria da Penha neles!

http://www.spmulheres.gov.br

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Cansei do Movimento Cansei. A alguns dias ouvir alguém mencionar um movimento chamado “Cansei”. Na hora não dei muita importância, até porque ando trabalhando demais. Mas hoje, por mera curiosidade acessei o sitio do movimento “Cansei” e qual a minha surpresa: Vi as fotos das “cansadas” Hebe Camargo, Ana Maria Braga, Ivete Sangalo e Regina Duarte, as garotas propaganda do movimento. A cara da Regina, gente, é de cansaço mesmo! Não, cansaço não! De infelicidade! Será que ela errou de movimento e não sabe? Bem, olhei-as atentamente e fiquei matutando: Do que elas estão “cansadas”? Por que elas estão tão cansadas? Não pode! Confesso, me bateu uma peninha... Tadinhas... Oh!Céus. De tanto matutar, logo identifiquei as causas do cansaço. -Gastar horas todos os dias, no camarim particular, com ar condicionado, cheio de gente bajulando, para arrumar o cabelo e fazer maquilagem, cansa, cansa muito... -Fingir diariamente, que o Loro José é um papagaio-gente, e o pior, acreditar nisto, cansa... -Ir ao casamento da filha do Alkmim, cansa. Principalmente, escolher a roupa, o sapato, combinar o batom com a roupa, a roupa com o batom e o sapato, etc...Cansa. Xi! Como cansa... -Explorar o sofrimento alheio na televisão, fingindo compaixão e dor, cansa... Como deve cansar! -Fazer shows, muitos shows, um atrás do outro...Deve ser muito cansativo - acredito. Receber a grana dos cachês, nem tanto! Mas, com este dinheiro, comprar uma penca de roupa de grife, cansa. Principalmente experimentar todas elas. Eu quando compro só uma, canso! -Se apresentar no programa do Faustão, para o desespero de quem não tem a opção de TV por assinatura, mas que tem pelo menos dois neurônios, cansa... -Dar entrevista para os meio de comunicação para falar qual é o namorado da hora. Sim, por que o do dia já era... Cansa. Além de gastar uma energia... -Acreditar que ainda é a eterna “Namoradinha do Brasil e fazer papel de mocinha na novela das oito, cansa. Gente, ser malzinha e ter que fazer papel de boazinha, cansa! Cansa muito!”. -Fazer campanha para Maluf, Clodovil, ACM, Cassabi, César Maia, etc. cansa. Ta pensando que é fácil enganar o povo? Cansa caramba! Não é brinquedo não. -Abrir as portas da casa para uma revista, e mostrar para os pobres, como se leva uma vida de ostentação, a mim me parece, muito cansativo... Êta! Vida dura. -Deixar de freqüentar a Daslu. Cansa. Agora, o que mais cansa, é saber que da Daslu, se f... -Morar numa mansão no Morumbi, na Barra da Tijuca, em São Paulo ou em Salvador, acreditem: Deve ser muito cansativo! Principalmente se tiver umas dez suítes, meia dúzia de banheiros, várias piscinas, e um monte de carros na garagem. Aí meu Deus! Como deve cansar...Ah! Arrumar gente para cuidar de tudo isto, e ainda ter que pagar um salário mínimo, também deve cansar... -Fazer acusações pela televisão, sem dar o direito de resposta aos acusados, afirmando que está apenas exercendo o seu direito à democracia, deve cansar! Principalmente, quando se tem a convicção de que a democracia é um valor que deve ser aplicado só para alguns. Ah! Isto sim, mais que tudo, é muito cansativo! -Comer Caviar, cansa. Beber Champagne Francesa, também cansa. Passear de Iate nas Ilhas Gregas cansa. No Mar do caribe, também! Só não cansa, pegar um trem da Central do Brasil a Japerí, às seis da tarde! -Agora, o que deve ser mais cansativo é mesmo visitar a Ilha de Caras pelo menos uma vez por ano, Ah! Meu Deus! Que cansaço! Eu, como estou muito descansada, vou continuar trabalhando.
Beth Muniz

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Maria da Penha

A primeira parcela do pagamento de uma dívida histórica

O batismo da Lei 11.340 de 07 de agosto de 2006, com o nome de Maria da Penha (foto) é uma homenagem a uma militante dos direitos das mulheres. Ela lutou 20 anos para ver o ex-marido Marco Antonio Herredia condenado. Por duas vezes, no ano de 83, foi vítima de atentados de homicídio. O primeiro com arma de fogo atingiu a medula, deixou-a paraplégica. E depois por choque e afogamento. O fato foi parar na Comissão Interamericana de Direitos Humanos que responsabilizou o Brasil por negligência e omissão em relação à violência doméstica. Somente em 2003, o ex-marido de Penha foi preso e ficou apenas dois anos na cadeia.

Pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em dez países sobre o impacto da violência contra a mulher sobre sua saúde e divulgada em 2005, revela que no Brasil, somente na capital de São Paulo, quase um terço das mulheres (27%) já foram agredidas fisicamente por seus parceiros ou ex-parceiros. Na Zona da Mata em Pernambuco, este percentual sobe para 34%. Levantamento realizado junto às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), apurou que no ano de 2005, apenas nas capitais brasileiras, houve cerca de 55 mil registros de ocorrências. O índice salta para 160.824 se consideradas as demais cidades. Estes dados, todavia, tornam-se ainda mais significativos por corresponderem a apenas 27% das DEAMs existentes e pelo fato de um número significativamente alto de mulheres não recorrer à autoridade policial por medo, vergonha e falta de crença na eficácia de sua denúncia.

A nova lei altera o Código Penal e possibilita que agressores sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada, quando ameaçarem a integridade física da mulher. Acaba o pagamento de multas ou cestas básicas. A violência doméstica é tipificada como uma das formas de violação dos direitos humanos. Esses crimes passam a ser julgados em VarasCriminais, até a instituição de Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher no âmbito dos estados. Agora, faltam os ajustes necessários que é a ampliação da Rede de Proteção. Para saber mais detalhes, acesse Lei Maria da Penha

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Samba Carioca
Gosta de bom samba? De raiz?

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Ana Quirot: Uma declaração de amor a Cuba. A entrevista que Ana Fidelia Quirot deu ao Momento Pan, da Sportv, na última segunda-feira (23), foi um desses raros instantes em que a cobertura dos 15º Jogos Pan-Americanos pela grande mídia fugiu ao lugar-comum. Em pouco mais de dois minutos, comentando sua trajetória ímpar de superação, a ex-atleta encerrou o programa com uma defesa emocionante de Cuba e do líder Fidel Castro. ''Fui produto da medicina cubana'' Ana Quirot estava acompanha de outras lendas cubanas do esporte que já se aposentaram — Regla Torres (vôlei), Teófilo Stevenson (boxe) e Eric Lopez (ginástica artística). A soma de seus depoimentos compõe, por assim dizer, uma resposta aos três atletas que desertaram da delegação de Cuba. A respeito disso, o próprio Fidel declarou que “não existe nenhuma justificativa para solicitar asilo político”. E acrescentou: “De antemão conhece-se seu destino final como atletas mercenários numa sociedade de consumo”. Para Ana Quirot, o destino final foi à glória — o que se tornou ainda mais claro após uma tragédia. Em 1993, quando seu desempenho no atletismo estava no auge, a cubana foi vítima de um acidente doméstico que lhe provocou queimaduras de segundo e terceiro graus em 80% do corpo. Para piorar, ela estava grávida de 30 semanas e, numa subseqüente cesariana de emergência, a criança morreu. Embora sua carreira já fosse dada como encerrada, a atleta teve uma recuperação espetacular. Com a obstinação pessoal e um minucioso trabalho médico em Havana, voltou a competir no mesmo ano, enquanto dava seqüência ao tratamento. “Eu fui o produto da medicina cubana, que me fez ressurgir como a ave fênix” frisou Ana Quirot na Sportv. “Eu tenho de dizer: obrigada à medicina cubana. Obrigada a nosso comandante (Fidel), que desde as primeiras horas de meu acidente estava na cabeceira de minha cama para me dar alento para lutar por minha vida. Obrigada ao meu povo, que me deu a força e a energia para me levantar da cama, voltar às pistas e ocupar o lugar que eu tinha anteriormente. Obrigada também às muitas pessoas do mundo, amigos do esporte, preocupados com minha recuperação, que também me motivaram que continuasse no esporte”. Na opinião da ex-atleta, o que houve com ela “somente acontece num país como Cuba, onde a medicina é gratuita, a saúde é gratuita, a educação é gratuita — onde não se faz esporte somente pelo alto rendimento, mas esporte por saúde”. A entrevistada do Momento Pan recordou que, em seu país, a prática esportiva é incentivada em todas faixas etárias, inclusive por “pessoas da terceira idade, que fazem esporte para prolongar sua vida”.
Uma carreira de vitórias
Ana Quirot orgulha-se de carregar no sobrenome (Fidelia) uma homenagem ao líder da Revolução de 1959. Nascida em 1963, ela começou a praticar basquete na infância, por influência de uma irmã que chegou a jogar, décadas depois, com a brasileira Hortência. Ainda na base, Ana trocou as quadras pelas pistas — e daí se tornou uma das maiores meio-fundista do atletismo. Como integrante da seleção nacional de alto rendimento a partir de 1983, precisou de pouco tempo para se destacar. Na Copa do Mundo de 1989, em Barcelona, foi primeira colocada em duas provas — 400 e 800 metros rasos. Nesta última, correu a final em apenas 1min54s44, o terceiro melhor tempo da história da modalidade. Chamada de “Tormenta do Caribe”, ganhando medalha atrás de medalha em Grand Prix, Mundial e Olimpíada, Ana Quirot só interrompeu sua trajetória por causa do acidente de 1993.
Uma vez recuperada, voltou a brilhar, especialmente nos 800 metros. Foi por essa prova que ganhou a medalha de ouro nos Mundiais de 1995 e 1997, além de ter sido prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. Recebeu, ainda, o título de melhor esportista da América Latina e do Caribe por quatro vezes (1989, 1991, 1995 e 1997). Ao talento, ao carisma e à clareza de idéias, Ana Quirot soma uma formação cultural muito acima da média dos esportistas. “Eu digo sempre, como diz o nosso José Marti (poeta cubano): "as pessoas não se medem pelas vezes que caem, mas pelas vezes que se levantam”, resume ao fim da entrevista à Sportv.
Membro do Partido Comunista e convidada de honra da delegação cubana no Pan do Rio, Ana Quirot compete eventualmente em torneios másteres (para atletas aposentados). O encerramento oficial da carreira se deu em 1999, com o nascimento da primeira filha. Seu nome: Fidelia.
Fragmentos extraídos da página da Embaixada de Cuba, no Brasil.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

A vida passada a limpo... Revista do Brasil. – Julho 07 É possível que você já tenha batido o olho em O Filho da Noiva (de Juan José Campanella, Argentina/Espanha, 2001) na prateleira da locadora e nunca tenha se encorajado a levá-lo para casa. Demorou. O filme é um dos melhores da safra latina dos últimos tempos. Tem ótimas atuações de Ricardo Darín, Norma Aleandro e Héctor Alterio e alerta com leveza: por que é preciso levar um chacoalhão e ver a vida por um fio para dar valor ao que de fato importa? É assim que o estressado Rafael (Darín) decide ajudar a mãe, com Mal de Alzheimer, a realizar seu sonho de moça: casar na igreja com seu companheiro da vida toda, ateu convicto. Poético, singelo, direto e engraçado. http://www.revistadobrasil.net
Outro olhar... Quem disse que o Movimento Sindical no Brasil só sabe fazer greves, está redondamente enganado. A prova cabal disto é a Revista do Brasil, que tem a participação de diversos sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores – CUT. A revista é mais uma alternativa à imprensa oficial da grande mídia. “Veja” com outro olhar... Quer saber mais? Acesse http://www.revistadobrasil.net