quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Curtinha:

Amigos(as), recebi esta mensagem por e-mail e resolvi publicar no Blog. Espero que gostem.

Se for para terminar, fique por cima!

Carta à namorada.

Querida Maria. Não podemos continuar com esta relação. A distância que nos separa, é demasiado longa. Admito que fui infiel, por duas vezes, desde que tu foste embora. Acredito que nem tu, nem eu merecemos isto! Portanto, penso que é melhor acabarmos tudo! Por favor, mande de volta a minha foto minha que te enviei. Com amor, João. Maria recebeu a carta e, muito magoada, pediu a todas os suas colegas que lhe emprestassem fotos dos seus namorados, irmão, amigos, tios, primos, etc... Juntamente com a foto de João, colocou em um envelope, todas as outras fotos que conseguiu recolher com suas colegas. No envelope que enviou a João estavam 57 fotos, juntamente com uma nota que dizia: "Querido João, peço desculpas, mas não consigo me lembrar quem tu és! Por favor, procure a tua foto no envelope e me envie de volta, as restantes! Com Carinho, Maria".

Moral da história, mesmo derrotado... É preciso SABER arrasar O INIMIGO.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Amigos!!
Quem não vai viajar no feriado já tem um ótimo programa para sexta-feira, dia 16 de novembro. A banda é de primeira, as músicas são lindas (eu nem sou suspeita pra falar, né...), canções brasileiríssimas, e nós queremos nos divertir e divertir vocês.
Divulguem, por favor, e confiram!!!!
Beijos
Cely Curado Galera. assino em baixo: É imperdível! Beth Muniz

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Projeto Clube Sesc Bossa Nossa apresenta Billy Blanco e Márcia Veras

Billy Blanco, um dos artistas precursores da Bossa Nova e um dos compositores mais importantes da Música Popular Brasileira, e Márcia Veras, de Brasília serão os próximos convidados do projeto Clube SESC Bossa Nossa. Billy Blanco foi o primeiro artista com quem o maestro Tom Jobim dividiu uma composição. Ao todo, Billy possui mais de 400 composições, entre parceiras e criações individuais. No repertório do show, o público poderá apreciar músicas como Mocinho Bonito, Viva Meu Samba e Estatutos da Gafieira. As apresentações começam às 20h30. Os ingressos custam R$ 10,00, com meia entrada para comerciários, estudantes, pessoas acima de 60 anos e associados do Clube da Bossa Nova.

PROJETO CLUBE SESC BOSSA NOSSA BILLY BLANCO E MÁRCIA VERAS

Data: 12/11 Horário: 20h30 Local: Teatro Garagem, SESC 913 Sul.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

CLAUDIA TELLES

Da página... Filha de Sylvinha Telles, uma das cantoras precursoras da Bossa Nova, Claudia Telles começou a carreira como cantora de coros, gravando discos com artistas como Roberto Carlos, Fafá de Belém, Belchior, Gilberto Gil e Simone. Em 1976, lançou seu primeiro disco, que incluia a música "Fim de Tarde". A canção virou sucesso e o disco vendeu mais de 500 mil cópias. Algum tempo depois, a canção "Eu Preciso Te Esquecer" levou a cantora novamente ao topo das paradas. Nos anos seguintes, nas décadas de 80 e 90, Claudia Telles continuou gravando diversos CD´s, nos quais homenageava Sylvinha Telles, Cartola, Nelson Cavaquinho, Vinícius de Moraes e outros compositores da Bossa Nova. Em 2002, sua interpretação para a música "Samba de Uma Nota Só" recebeu o mais importante prêmio musical na França, o "Grand Prix de Música", e a canção figurou nos primeiros lugares de execução em diversas rádios da Europa.

Complemento... Nesta segunda-feira dia 08 de outubro, O SESC Brasília teve a honra de receber esta brilhante cantora e interprete, cantando Bossa Nova, Samba e outras Bossas. Foi demais! Ao vê-la cantar, logo ficamos com aquela sensação de que diante de tantas tonterías, ainda há esperança para a música brasileira, bem como para a humanidade: Depois do show, recebeu a todos com carinho e simpatia. Eu juro. Não era encenação. Que pessoa iluminada! Salve Sylvinha! Salve Claudia! Ah! Já aí me esquecendo, o CD está imperdível e disponível na página abaixo.

http://www.claudiatelles.com.br/

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Clube da Bossa Nova

Espaço Cultural Musical MUSIMED - W3 505 Sul

Entrada franca

Aos sábados

Das 11:30 ás 13:30 horas.

Um espaço descontraído e informal, para incentivar novos talentos, formar platéia e difundir a bossa nova e a boa música brasileira.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Mas, afinal, o que é?

Gêneroé um conjunto de fatores sociais e culturais. Pode-se dizer que os seres humanos nascem machos ou fêmeas, e aprendem com os grupos sociais com os quais convivem, a tornarem-se meninos e meninas.

Eqüidade de gênero – se refere a diversas formas de desigualdade e exclusão que afetam os grupos humanos na sociedade, baseadas tanto no sexo, como na origem e condições sócio-econômicas, raça, etnia, nacionalidade, opções políticas, sexuais e religiosas, entre outras.

Diversidade – reconhece as diversas formas de ser e as constituições, sejam elas culturais, políticas, raciais, de gênero ou sociais.

Igualdadeé estar em condições iguais em relação aos parâmetros de bem-estar considerados aceitáveis.

Raça - conjunto dos ascendentes e descendentes duma família, tribo ou povo, com origens comuns.

Etnia - População ou grupo social que apresenta homogeneidade cultural, compartilhando história e origem comuns.

Fonte: Secretaria Especial de Políticas para Mulheres - SEPM -Presidênca da República

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Curtinha...

Memória Musical de gente que é noticia

Gosta de boa música?

Gostaria de saber o gosto musical do seu artista preferido?

Então, ouça a Rádio Nacional de Brasília – FM 96.1

Confira. Vale a pena.

Valorizar a emissora pública, é uma boa idéia! Apresentação: Bia Reis , aos domingos, das 12h30 às 13h30. As músicas preferidas dos artistas brasileiros.

http://www.radiobras.gov.br/estatico/radio_nacional_fm_sinopse.htm

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Desta, até Ivete Sangalo sentiria inveja.

Pense na cena:

Durante quatro dias, quase três mil mulheres, reunidas em um mesmo espaço físico, correndo atrás de uma única mulher. Pensou besteira... Não é? Não é nada que você pensou, mas, realmente aconteceu!

A II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres - II CNPM, reuniu de 17 a 20 de agosto, no Centro de Convenções de Brasília quase três mil mulheres. E foi exatamente ali, que a mulherada descobriu um consenso indissolúvel entre elas. Todas, sem exceção, são fãs incondicional de uma mesma mulher.

Se ela ia para um lado, elas também iam! Se ela não estava visível aos olhos de algumas, uma sempre perguntava: Cadê ela? Não a vi chegar... Outra respondia: Já chegou sim. Está em tal lugar, falando com tal grupo, e assim por diante... Uma outra comentava como quem pedia ajuda: Mas eu não posso ir embora sem tirar uma foto com ela! Imagina! Chegar na minha cidade, dizer a todo mundo que ela estava aqui, durante três dias, e não mostrar a foto! É batata, vão dizer que tô mentindo! E se tem uma coisa nessa vida, que eu não sou, é mentirosa! Sem querer, mentiu! Uma mentirinha de nada. Mas mentiu! Quem não mente?

E os flashes das câmaras digitais? Ah! Os flashes foram um detalhe a parte! Por onde ela andava, era um clarão só: Click, click, click...Uma concentração de câmeras digitais por metro quadrado, nunca vista. Parecia coisa de novela global.

E o músico? Sim, tinha músico acompanhando a estrela, e cantado a música que fez maior sucesso na Conferência. O músico e sua produtora venderam cd como quem vende água, nestes dias quentes e secos de Brasília. Por onde ela passava, a música a acompanhava... Mas quem é ela? Devem estar se perguntando. Ela? Ela é Maria da Penha, a mulher que com a sua dor e luta, dá nome a Lei 11.340/06, criada em 7 de agosto de 2006 e sancionada pelo presidente Lula. Maria da Penha protagonizou um caso símbolo de violência doméstica contra a mulher. Em 1983, por duas vezes, seu marido tentou assassiná-la. Na primeira vez, ela quase foi morta por afogamento, e na segunda por eletrocussão e afogamento. As tentativas de homicídio resultaram em lesões irreversíveis à sua saúde. Mas, a luz da estrela continua a brilhar... E foi exatamente isto, que aquelas quase três mil mulheres, que durante a Conferência, cujo tema foi, “As mulheres discutem o Brasil”, estabeleceram um consenso indissolúvel: Contra a violência doméstica, Lei Maria da Penha neles!

http://www.spmulheres.gov.br

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Cansei do Movimento Cansei. A alguns dias ouvir alguém mencionar um movimento chamado “Cansei”. Na hora não dei muita importância, até porque ando trabalhando demais. Mas hoje, por mera curiosidade acessei o sitio do movimento “Cansei” e qual a minha surpresa: Vi as fotos das “cansadas” Hebe Camargo, Ana Maria Braga, Ivete Sangalo e Regina Duarte, as garotas propaganda do movimento. A cara da Regina, gente, é de cansaço mesmo! Não, cansaço não! De infelicidade! Será que ela errou de movimento e não sabe? Bem, olhei-as atentamente e fiquei matutando: Do que elas estão “cansadas”? Por que elas estão tão cansadas? Não pode! Confesso, me bateu uma peninha... Tadinhas... Oh!Céus. De tanto matutar, logo identifiquei as causas do cansaço. -Gastar horas todos os dias, no camarim particular, com ar condicionado, cheio de gente bajulando, para arrumar o cabelo e fazer maquilagem, cansa, cansa muito... -Fingir diariamente, que o Loro José é um papagaio-gente, e o pior, acreditar nisto, cansa... -Ir ao casamento da filha do Alkmim, cansa. Principalmente, escolher a roupa, o sapato, combinar o batom com a roupa, a roupa com o batom e o sapato, etc...Cansa. Xi! Como cansa... -Explorar o sofrimento alheio na televisão, fingindo compaixão e dor, cansa... Como deve cansar! -Fazer shows, muitos shows, um atrás do outro...Deve ser muito cansativo - acredito. Receber a grana dos cachês, nem tanto! Mas, com este dinheiro, comprar uma penca de roupa de grife, cansa. Principalmente experimentar todas elas. Eu quando compro só uma, canso! -Se apresentar no programa do Faustão, para o desespero de quem não tem a opção de TV por assinatura, mas que tem pelo menos dois neurônios, cansa... -Dar entrevista para os meio de comunicação para falar qual é o namorado da hora. Sim, por que o do dia já era... Cansa. Além de gastar uma energia... -Acreditar que ainda é a eterna “Namoradinha do Brasil e fazer papel de mocinha na novela das oito, cansa. Gente, ser malzinha e ter que fazer papel de boazinha, cansa! Cansa muito!”. -Fazer campanha para Maluf, Clodovil, ACM, Cassabi, César Maia, etc. cansa. Ta pensando que é fácil enganar o povo? Cansa caramba! Não é brinquedo não. -Abrir as portas da casa para uma revista, e mostrar para os pobres, como se leva uma vida de ostentação, a mim me parece, muito cansativo... Êta! Vida dura. -Deixar de freqüentar a Daslu. Cansa. Agora, o que mais cansa, é saber que da Daslu, se f... -Morar numa mansão no Morumbi, na Barra da Tijuca, em São Paulo ou em Salvador, acreditem: Deve ser muito cansativo! Principalmente se tiver umas dez suítes, meia dúzia de banheiros, várias piscinas, e um monte de carros na garagem. Aí meu Deus! Como deve cansar...Ah! Arrumar gente para cuidar de tudo isto, e ainda ter que pagar um salário mínimo, também deve cansar... -Fazer acusações pela televisão, sem dar o direito de resposta aos acusados, afirmando que está apenas exercendo o seu direito à democracia, deve cansar! Principalmente, quando se tem a convicção de que a democracia é um valor que deve ser aplicado só para alguns. Ah! Isto sim, mais que tudo, é muito cansativo! -Comer Caviar, cansa. Beber Champagne Francesa, também cansa. Passear de Iate nas Ilhas Gregas cansa. No Mar do caribe, também! Só não cansa, pegar um trem da Central do Brasil a Japerí, às seis da tarde! -Agora, o que deve ser mais cansativo é mesmo visitar a Ilha de Caras pelo menos uma vez por ano, Ah! Meu Deus! Que cansaço! Eu, como estou muito descansada, vou continuar trabalhando.
Beth Muniz

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Maria da Penha

A primeira parcela do pagamento de uma dívida histórica

O batismo da Lei 11.340 de 07 de agosto de 2006, com o nome de Maria da Penha (foto) é uma homenagem a uma militante dos direitos das mulheres. Ela lutou 20 anos para ver o ex-marido Marco Antonio Herredia condenado. Por duas vezes, no ano de 83, foi vítima de atentados de homicídio. O primeiro com arma de fogo atingiu a medula, deixou-a paraplégica. E depois por choque e afogamento. O fato foi parar na Comissão Interamericana de Direitos Humanos que responsabilizou o Brasil por negligência e omissão em relação à violência doméstica. Somente em 2003, o ex-marido de Penha foi preso e ficou apenas dois anos na cadeia.

Pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em dez países sobre o impacto da violência contra a mulher sobre sua saúde e divulgada em 2005, revela que no Brasil, somente na capital de São Paulo, quase um terço das mulheres (27%) já foram agredidas fisicamente por seus parceiros ou ex-parceiros. Na Zona da Mata em Pernambuco, este percentual sobe para 34%. Levantamento realizado junto às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), apurou que no ano de 2005, apenas nas capitais brasileiras, houve cerca de 55 mil registros de ocorrências. O índice salta para 160.824 se consideradas as demais cidades. Estes dados, todavia, tornam-se ainda mais significativos por corresponderem a apenas 27% das DEAMs existentes e pelo fato de um número significativamente alto de mulheres não recorrer à autoridade policial por medo, vergonha e falta de crença na eficácia de sua denúncia.

A nova lei altera o Código Penal e possibilita que agressores sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada, quando ameaçarem a integridade física da mulher. Acaba o pagamento de multas ou cestas básicas. A violência doméstica é tipificada como uma das formas de violação dos direitos humanos. Esses crimes passam a ser julgados em VarasCriminais, até a instituição de Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher no âmbito dos estados. Agora, faltam os ajustes necessários que é a ampliação da Rede de Proteção. Para saber mais detalhes, acesse Lei Maria da Penha

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Ana Quirot: Uma declaração de amor a Cuba. A entrevista que Ana Fidelia Quirot deu ao Momento Pan, da Sportv, na última segunda-feira (23), foi um desses raros instantes em que a cobertura dos 15º Jogos Pan-Americanos pela grande mídia fugiu ao lugar-comum. Em pouco mais de dois minutos, comentando sua trajetória ímpar de superação, a ex-atleta encerrou o programa com uma defesa emocionante de Cuba e do líder Fidel Castro. ''Fui produto da medicina cubana'' Ana Quirot estava acompanha de outras lendas cubanas do esporte que já se aposentaram — Regla Torres (vôlei), Teófilo Stevenson (boxe) e Eric Lopez (ginástica artística). A soma de seus depoimentos compõe, por assim dizer, uma resposta aos três atletas que desertaram da delegação de Cuba. A respeito disso, o próprio Fidel declarou que “não existe nenhuma justificativa para solicitar asilo político”. E acrescentou: “De antemão conhece-se seu destino final como atletas mercenários numa sociedade de consumo”. Para Ana Quirot, o destino final foi à glória — o que se tornou ainda mais claro após uma tragédia. Em 1993, quando seu desempenho no atletismo estava no auge, a cubana foi vítima de um acidente doméstico que lhe provocou queimaduras de segundo e terceiro graus em 80% do corpo. Para piorar, ela estava grávida de 30 semanas e, numa subseqüente cesariana de emergência, a criança morreu. Embora sua carreira já fosse dada como encerrada, a atleta teve uma recuperação espetacular. Com a obstinação pessoal e um minucioso trabalho médico em Havana, voltou a competir no mesmo ano, enquanto dava seqüência ao tratamento. “Eu fui o produto da medicina cubana, que me fez ressurgir como a ave fênix” frisou Ana Quirot na Sportv. “Eu tenho de dizer: obrigada à medicina cubana. Obrigada a nosso comandante (Fidel), que desde as primeiras horas de meu acidente estava na cabeceira de minha cama para me dar alento para lutar por minha vida. Obrigada ao meu povo, que me deu a força e a energia para me levantar da cama, voltar às pistas e ocupar o lugar que eu tinha anteriormente. Obrigada também às muitas pessoas do mundo, amigos do esporte, preocupados com minha recuperação, que também me motivaram que continuasse no esporte”. Na opinião da ex-atleta, o que houve com ela “somente acontece num país como Cuba, onde a medicina é gratuita, a saúde é gratuita, a educação é gratuita — onde não se faz esporte somente pelo alto rendimento, mas esporte por saúde”. A entrevistada do Momento Pan recordou que, em seu país, a prática esportiva é incentivada em todas faixas etárias, inclusive por “pessoas da terceira idade, que fazem esporte para prolongar sua vida”.
Uma carreira de vitórias
Ana Quirot orgulha-se de carregar no sobrenome (Fidelia) uma homenagem ao líder da Revolução de 1959. Nascida em 1963, ela começou a praticar basquete na infância, por influência de uma irmã que chegou a jogar, décadas depois, com a brasileira Hortência. Ainda na base, Ana trocou as quadras pelas pistas — e daí se tornou uma das maiores meio-fundista do atletismo. Como integrante da seleção nacional de alto rendimento a partir de 1983, precisou de pouco tempo para se destacar. Na Copa do Mundo de 1989, em Barcelona, foi primeira colocada em duas provas — 400 e 800 metros rasos. Nesta última, correu a final em apenas 1min54s44, o terceiro melhor tempo da história da modalidade. Chamada de “Tormenta do Caribe”, ganhando medalha atrás de medalha em Grand Prix, Mundial e Olimpíada, Ana Quirot só interrompeu sua trajetória por causa do acidente de 1993.
Uma vez recuperada, voltou a brilhar, especialmente nos 800 metros. Foi por essa prova que ganhou a medalha de ouro nos Mundiais de 1995 e 1997, além de ter sido prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. Recebeu, ainda, o título de melhor esportista da América Latina e do Caribe por quatro vezes (1989, 1991, 1995 e 1997). Ao talento, ao carisma e à clareza de idéias, Ana Quirot soma uma formação cultural muito acima da média dos esportistas. “Eu digo sempre, como diz o nosso José Marti (poeta cubano): "as pessoas não se medem pelas vezes que caem, mas pelas vezes que se levantam”, resume ao fim da entrevista à Sportv.
Membro do Partido Comunista e convidada de honra da delegação cubana no Pan do Rio, Ana Quirot compete eventualmente em torneios másteres (para atletas aposentados). O encerramento oficial da carreira se deu em 1999, com o nascimento da primeira filha. Seu nome: Fidelia.
Fragmentos extraídos da página da Embaixada de Cuba, no Brasil.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

A vida passada a limpo... Revista do Brasil. – Julho 07 É possível que você já tenha batido o olho em O Filho da Noiva (de Juan José Campanella, Argentina/Espanha, 2001) na prateleira da locadora e nunca tenha se encorajado a levá-lo para casa. Demorou. O filme é um dos melhores da safra latina dos últimos tempos. Tem ótimas atuações de Ricardo Darín, Norma Aleandro e Héctor Alterio e alerta com leveza: por que é preciso levar um chacoalhão e ver a vida por um fio para dar valor ao que de fato importa? É assim que o estressado Rafael (Darín) decide ajudar a mãe, com Mal de Alzheimer, a realizar seu sonho de moça: casar na igreja com seu companheiro da vida toda, ateu convicto. Poético, singelo, direto e engraçado. http://www.revistadobrasil.net
Outro olhar... Quem disse que o Movimento Sindical no Brasil só sabe fazer greves, está redondamente enganado. A prova cabal disto é a Revista do Brasil, que tem a participação de diversos sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores – CUT. A revista é mais uma alternativa à imprensa oficial da grande mídia. “Veja” com outro olhar... Quer saber mais? Acesse http://www.revistadobrasil.net

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Salve Marta! A jogadora Marta Vieira da Silva, meia da Seleção Brasileira, é hoje uma das personagens importantes do futebol feminino brasileiro e faz história nesses Jogos Olímpicos. Nascida em Dois Riachos, município com cerca de 12 mil habitantes, localizado a 186 km da capital Maceió, Marta veio de uma família simples e o gosto pelo futebol começou logo cedo, quando ela tinha sete anos de idade. Fala Marta... “Bom, a minha história não é muito diferente da história das minhas companheiras”. A brasileira Marta, eleita pela FIFA a melhor jogadora do mundo, vai para a Calçada da Fama em pleno Maracanã. Viva a eqüidade! Segundo alguns profissionais do esporte, o preconceito é social e basicamente reside em relacionar a imagem da futebolista com sua sexualidade, ou seja, ser jogadora de futebol é ser homossexual. E a homossexualidade feminina ainda é muito mal vista pela sociedade. Além disso, há o preconceito sobre o corpo feminino, que deve se re-feminizar caso a jogadora queira ser vista como uma mulher “. Em síntese: tal postura da sociedade dificulta o espaço do esporte na mídia e barra o interesse de jovens atletas”. Conclusão: Precisamos de mais PAN’s no Brasil para reverter este quadro? Ou precisamos de mais “Martas” ocupando todos os espaços?
Salve Marta, uma BRASILEIRA!!

Clube da Bossa Nova

Em Brasília ou está de passagem? Apareça na Livraria Musimed - W3-Sul, Quadra 505, Plano Piloto. Todos os sábados, a partir das 10 horas. Participe!Você vai adorar! É grátis. Você não gasta nada... Só os ouvidos e as mãos para aplaudir... www.livrariamusimed.com.br

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Mercedes Sosa - La Negra

El principio HAYDÉE MERCEDES SOSA nació en San Miguel de Tucumán el 9 de julio de 1935, en un hogar humilde. De esos años viene su apego por las expresiones artísticas populares. Recién salida de la adolescencia, le gustaba bailar y enseñaba danzas folklóricas. También cantaba. En octubre de 1950, quinceañera, empujada por el entusiasmo de un grupo de amigas inseparables, se animó a participar en un certamen radial organizado por LV12 de Tucumán. Oculta tras el seudónimo de Gladys Osorio, su incipiente calidad como cantante la hizo triunfar en un concurso cuyo premio era un contrato por dos meses de actuación en la emisora. Fue el principio... El exilio En 1979, aún en medio de la violencia que sacudía al país, Mercedes seguía cantándole a la vida. El hostigamiento y el cerco que se fue formando en torno de ella la obligaron a exiliarse. Ese año fue detenida en la ciudad de La Plata junto con todo el público que había ido a verla cantar. Ese mismo año se instaló en París y en 1980 se afincó en Madrid. En teoría, Mercedes Sosa podía entrar y salir del país, no tenía causa judicial alguna, pero no podía cantar. Durante 1998 presentó su nuevo disco. En 1999 retoma las intensas giras internacionales de otros años. El año 2.000 Mercedes finaliza un proyecto largamente anhelado: la interpretación y grabación de la, la obra cumbre del folklore argentino. En el año 2.001 Mercedes ofrece una serie de recitales en vivo en el teatro Gran Rex, en Buenos Aires. A fines del 2.002 se produce uno de los encuentros quizás más esperados por los seguidores y amantes de la música popular de nuestra tierra: Mercedes Sosa - Víctor Heredia y León Gieco. Setiembre del 2.005 nos encuentra nuevamente con una Mercedes recuperada y con un disco nuevo, notable "Corazón libre".

sexta-feira, 20 de julho de 2007

É ouro!

Diego Hypólito em entrevista na ESPN Brasil, ao repórter André Plihal, sobre sua segunda de medalha de ouro:

'(...) quero aproveitar para convidar o presidente Lula a vir assistir ao Pan, por que as vaias foram uma falta de respeito e ele é o melhor presidente que o Brasil já teve (...)'

terça-feira, 17 de julho de 2007

Maiakovski.

(1893-1930)

Poeta russo. Um dos principais representantes da vanguarda futurista do início do século XX.

Antes de Maiakovski

Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de
nosso jardim.
E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada”.

...Depois de Maiakovski

Primeiro levaram os negros. Mas não me importei com isso. Eu não era negro. Em seguida levaram alguns operários. Mas não me importei com isso. Eu também não era operário. Depois prenderam os miseráveis. Mas não me importei com isso. Porque eu não sou miserável. Depois agarraram uns desempregados . Mas como tenho meu emprego. Também não me importei. Agora estão me levando. Mas já é tarde. Como eu não me importei com ninguém. Ninguém se importa comigo”. Bertold Brecht - 1898-1956

Mais Maiakovski...

Afora o teu amor Para mim Não há mar, E a dor do teu amor nem a lágrima alivia [...] Afora o teu amor, Para mim Não há sol, E eu não sei onde estás e com quem. [...] Afora o teu olhar Nenhuma lâmina me atrai com seu brilho.

terça-feira, 12 de junho de 2007

LER: Um pouco sobre as Lesões por Esforços Repetitivos

Patrícia de Freitas Barros Monteiro Fisioterapeuta/Acupunturista - Brasília/DF

DORT:

Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho.

É um conjunto de doenças que acometem o sistema músculo-esquelético de trabalhadores submetidos a determinadas condições de trabalho. Apresentam vários sintomas concomitantes ou não, e geralmente são: dor, parestesia, fraqueza muscular, fadiga, sensação de peso, etc.

Como são doenças relacionadas ao trabalho, o desenvolvimento é multicausal por isto, a definição do nexo causal é parte importantíssima no diagnóstico que por sua vez depende de uma boa anamnese ocupacional.

Os fatores de risco que envolve essas patologias estão interligados, na verdade o que ocorre é uma interação de vários fatores no próprio local de trabalho: pressão da chefia, sobrecarga física, assédio moral, más condições do ambiente de trabalho, etc.

Dentre esses fatores, existe um em especial que colabora em muito para o surgimento da LER/DORT que é a sobrecarga osteomuscular que pode ser causada por: excesso de força na realização das tarefas, repetitividade, duração da carga, má postura das estruturas envolvidas na realização das tarefas.

Os principais sintomas:

Dor e queimação, limitação da amplitude de movimento, fadiga, perda de força muscular, dificuldade de realizar atividades de vida diária (higiene pessoal, picar alimentos, pentear cabelos, segurar um copo, etc), depressão em função das dores e limitações, parestesia (formigamento), Edema (inchaço).

Diagnóstico: A dor é fator importante e sempre presente nos casos de LER/DORT. A evolução desta deve ser observada e analisada juntamente com o aparecimento de outros sintomas que já foram citados, mas vale relembrar: parestesia (formigamento), edema, limitação de movimentos, perda de força muscular, etc. Cada um destes fatores sinaliza o comprometimento de uma ou mais estruturas do corpo, que podem ter etiologias inflamatórias, compressivas, entre outras. O fator emocional, não deve ser descartado em hipótese alguma visto que, pode desencadear e agravar vários sintomas.

Tratamento: A eficácia do tratamento depende em muito da anamnese ocupacional, definição do nexo causal e do diagnóstico muito bem feitos. É muito importante que sejam definidas as estruturas acometidas e qual a forma de comprometimento das mesmas, ou seja, inflamação, compressão, pinçamento.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

A Revolução dos Bichos George Orwell (Eric Arthur Blair) Ano de Publicação: 1945 Classificação: Romance Título em Portugal: O Triunfo dos Porcos Título original: Animal Farm Resumo: Fábula de 1945 na qual o escritor britânico George Orwell condena a traição de Josef Stalin à causa bolchevista. Animais tomam o poder em uma fazenda, e paulatinamente desvirtuam seus propósitos revolucionários. Comentário: Em algumas situações, me parece bem atual. Sugiro a leitura.

AH! A Democracia....

Lula diz que greve de 90 dias no serviço público é férias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que se sente à vontade, como ex-sindicalista, em propor a regulamentação do direito de greve dos servidores públicos. Ao comentar que protagonizou as mais importantes greves realizadas nas décadas de 70 e 80, o presidente fez questão diferenciar o movimento grevista nos setores privado e público.

A greve no setor público não pode ser feita como em uma fábrica", disse ele durante entrevista coletiva concedida hoje. É a segunda desde que ele assumiu a Presidência, em 2003. A primeira foi dada em abril de 2005. Segundo ele, no setor privado, as greves são uma tentativa de causar um prejuízo econômico ao patrão para que ele possa ceder. "No caso do setor público, não tem patrão. O povo é que é prejudicado", disse Lula, ao comentar que os serviços públicos de saúde, educação, transporte coletivo, por exemplo, são utilizados principalmente pelos pobres.

Não queremos proibir a greve, pelo contrário", afirmou Lula ao comentar que o projeto do governo pretende estabelecer responsabilidades. "Não é possível que alguém faça greve 90 dias e receba os dias parados. Porque deixa de ser greve e passa a ser férias. Todos nós temos o direito de fazer greve, mas saber que não é tirar férias. Afinal de contas você ganha pelo dia que você trabalha, e não pelo que fica em casa", completou o presidente, ao defender também que o servidor público tenha um coletivo de trabalho.

Comentário: Em parte o Presidente tenha razão. Mas há condicionantes que não se pode deixar de levar em conta. 1-É necessário Institucionalizar um mecanismo de Solução e Tratamento de Conflitos para o setor público, a exemplo do setor privado. 2-Se faz necessário o estabelecimento de um processo de negociação, também a exemplo do setor privado. 3-É fundamental a ratificação da Convenção nº 151 da Organização Internacional do Trabalho – OIT, da qual o Brasil é signatário e, 4-Temos que entender que o servidor público, também é trabalhador, e aí sim, o Presidente tem razão. Nesta condição, devem os servidores assumir as suas responsabilidades, também no momento do conflito. Não dá para fazer greves com o recebimento integral dos salários e sem cortes do ponto. Isto, é mais que férias. É farra com o dinheiro público! Esperamos que haja a regulamentação, com critérios, de forma a garantir os direitos e definir os deveres e as responsabilidades das partes. Que cada qual, cumpra a sua parte. Veja o vídeo ao lado: A CUT es as greves no setor público.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Agora é no Feitiço Mineiro!

Marisa Dwir no

Feitiço Mineiro Apresenta nesta quinta - feira, dia 24/05/07 NOITE DE FADOS 21h30

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Papa Bento 16 desconhece a realidade da América Latina e o papel da Igreja Católica no processo.

Segundo esses analistas, os discursos do papa demonstraram que ele não consegue entender o pluralismo religioso existente no Brasil e o conceito mais abrangente de família, além de não reconhecer o processo sangrento que marcou o início da evangelização na América Latina. “Ele começou dizendo que o Brasil nasceu cristão e terminou afirmando que nunca existiu um ataque à cultura pré-colombiana na América Latina. A história do genocídio dos indígenas parece completamente desconhecida por ele”, disse Ettore Masina, escritor e especialista em assuntos do Vaticano. O último discurso do papa, na abertura da 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe, em Aparecida (SP), foi considerado o pior deles.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Retrocesso...

A deputada Cida Diogo (PT-RJ) está articulando uma ação da bancada feminina da Câmara em resposta as declarações do deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP). Na semana passada Clodovil disse que “as mulheres ficaram ordinárias, vulgares e, hoje em dia, trabalham deitadas e descansam em pé”. Ao tentar explicar as declarações, nesta quarta-feira (25), em plenário, o deputado Clodovil Hernandes não conseguiu convencer. Indignada, a deputada Cida Diogo considerou “um absurdo” as críticas do parlamentar. “Ele (Clodovil) tentou justificar o injustificável. É um absurdo e inaceitável. Ele (Clodovil) tem que entender que é um parlamentar e precisa respeitar as pessoas, os direitos de todos e de todas. Vamos ver o que é importante ser feito, uma ação concreta em relação ao deputado Clodovil, para que não fique esta imagem de um parlamentar tendo esta visão das mulheres do nosso país. Mais que isso, para que ele (Clodovil) não continue dando declarações que agridem as mulheres”, disse.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Novos tempos...
Por mais que seja difícil conviver com a democracia, não há como negar: Os tempos mudaram. No fim dos anos 60, um convento de frades torna-se um local de resistência contra a ditadura militar. Os freis Tito (Caio Blat), Frei Betto (Daniel de Oliveira), Oswaldo (Ângelo Antônio), Fernando (Léo Quintão) e Ivo (Odilon Esteves) passam a apoiar o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, comandado por Carlos Marighella (Mrku Ribas). Por isso, ficam na mira das autoridades policiais. Hoje, quatro décadas e meia, chega as telinhas dos cinemas, o Filme Batismo de Sangue. São os ventos da jovem democracia que conquistamos. Como diz a música do grande Chico Buarque, “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia...” E é! Para os mais novos, o filme pode ser uma lição de que democracia é uma conquista, mesmo que penosa. Não dá pra perder!

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Marisa Dwir em Brasília
Se você estiver por aqui, não perca! Noite de Fados Onde: No Di Giroto – Rua 13, Lote 8 Pólo de Modas – Guará II Quando: Dia 04 de maio – Sexta-feira Hora: 21 Couvert: R$16 Imperdível!

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Um pouco de poesia...

Aninha e suas pedras Não te deixes destruir... Ajuntando novas pedras e construindo novos poemas. Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça. Faz de tua vida mesquinha um poema. E viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir. Esta fonte é para uso de todos os sedentos. Toma a tua parte. Vem a estas páginas e não entraves seu uso aos que têm sede. Cora Coralina (Outubro, 1981)

Ipea aponta redução de pobres no Brasil

Boletim de Políticas Sociais do PT: "O acompanhamento e Análise, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, mostra que, entre 2001 e 2005, o número de pobres na população brasileira caiu de 60,9 milhões para 53,9 milhões. Para deputados petistas ouvidos pela Agência Informes, os indicadores devem melhorar ainda mais até o final do segundo mandato do governo Lula, em decorrência das políticas públicas que vêm sendo implementadas para reduzir as desigualdades sociais no País.

É considerado pobre quem tem renda familiar per capita abaixo de meio salário mínimo (R$ 190 atualmente). Se for analisada a parcela da população com renda familiar per capita inferior a um quarto de salário mínimo – classificada como indigente –, a queda no período é de 27,5 milhões para 20,3 milhões.

Para o deputado Elismar Prado (PT-MG) , não há “ a menor dúvida de que essa ascensão de classes é resultado das políticas sociais de distribuição de renda do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A dívida social acumulada ao longos dos anos no País é muito grande, mas esperamos avançar ainda mais até o final do nosso governo”.

Para o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) o bom desempenho da economia, os ganhos salariais acima da inflação, a redução do preço da cesta básica e o constante crescimento da agricultura familiar são os principais fatores responsáveis por essa melhora. “Não é tudo que gostaríamos, mas já sabemos que o governo está no caminho certo”, afirmou.

A publicação do Ipea traz um balanço dos programas e ações desenvolvidas pelo governo federal entre 1995 e 2005 em áreas como seguridade social, trabalho e renda e educação. “O crescimento das políticas não contributivas de transferência de renda e a majoração do valor do salário mínimo, com impacto também nos valores dos benefícios previdenciários e assistenciais, contribuíram decisivamente para a queda desses indicadores”, diz o estudo.

O boletim também aponta os desafios para o avanço das políticas de assistência social, de segurança alimentar e nutricional e de transferência de renda no País. Um deles é a ampliação dos investimentos dos governos federal, estaduais e municipais e a “divisão mais clara” de responsabilidades entre os entes federados. Segundo a coordenadora do boletim, Luseni Aquino, o estudo é um instrumento para subsidiar as decisões do governo federal. O boletim é uma publicação semestral, que começou a ser editada pelo Ipea em 2000."

Por Edmilson Freitas com Agência Brasil